Criação da Assembleia Regional
Breve História
As primeiras eleições para a Assembleia Regional dos Açores realizaram-se em 27 de junho de 1976, por sufrágio universal, direto e secreto e segundo o princípio da representação proporcional. Tratou-se da primeira eleição de um órgão parlamentar próprio e comum às nove ilhas, substituindo no plano político o anterior modelo assente em estruturas administrativas distritais.
A nova Assembleia realizou as suas sessões preliminares em 20 e 21 de julho de 1976. A abertura solene teve lugar em 4 de setembro do mesmo ano, no edifício da "Sociedade Amor da Pátria", na Horta, numa sessão presidida pelo primeiro presidente da Assembleia, Álvaro Monjardino, e pelo então Presidente da República, Ramalho Eanes. A instalação do parlamento marcou o início efetivo do sistema parlamentar autonómico açoriano.
A instituição de uma Assembleia eleita diretamente alterou profundamente a natureza da autonomia açoriana. Ao contrário das anteriores formas de autonomia administrativa, centradas nas Juntas Gerais distritais, o regime de 1976 passou a conferir à Região um órgão parlamentar com legitimidade democrática direta e capacidade para produzir legislação regional, aprovar o orçamento e o plano da Região e fiscalizar politicamente o executivo regional.
Na década de 1890 desenvolveu-se o chamado Primeiro Movimento Autonomista, que procurou obter para os distritos açorianos um regime especial de administração. Entre as propostas então discutidas encontravam-se soluções que ultrapassavam a simples descentralização distrital.
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| 2026 - Sanjoaninas |
Uma proposta elaborada em Angra do Heroísmo em 1893 previa, além das juntas gerais de cada distrito, a existência de um órgão comum a todo o arquipélago, um «Congresso Açoriano» eleito pela população, sendo apontada por alguns estudos como um antecedente das posteriores formas de representação política regional.
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| Selo personalizado (Sanjoaninas 2026) |
O primeiro resultado institucional relevante desse movimento surgiu com o Decreto de 2 de março de 1895, que permitiu aos distritos açorianos requerer um regime administrativo especial. O diploma ficou tradicionalmente associado ao início da chamada autonomia administrativa dos Açores e abriu caminho à atribuição de competências próprias às respetivas Juntas Gerais, embora sem estabelecer ainda uma entidade política única para todo o arquipélago nem um parlamento regional.
Medalhas Comemorativas da ALRAA
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| 10.º aniversário |
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| 20.º aniversário |
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| 25.º aniversário |
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| 30.º aniversário |
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| 40.º aniversário |
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| 45.º aniversário |
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| 50.º aniversário |
Moedas Comemorativas da RAA
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| 1980 - 25$00 |
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| 1980 - 100$00 |
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| 1986 - X Aniversário - 100$00 |
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| 1995 - 1.º Centenário da Autonomia dos Açores (1895/1995) - 100$00 |
CONVITE
PROGRAMA
CATÁLOGOS
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Açores A Filatelia Açoriana nas Emissões dos CTT (1945-2025) Edição do NFAH com o apoio da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo |
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| EUROPA Catálogo comemorativo do 70.º aniversário da emissão do primeiro selo Europa Edição do NFAH |
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Dr. Rubén Ramos Quadros, designer da CMAH Sra. Paula Borges, representante dos CTT em Angra do Heroísmo Eng.ª Fátima Amorim, presidente da CMAH António Armindo Couto, presidente do NFAH. |
POEMA
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| O poema é da autoria do meu braço direito, a minha querida amiga Maria Lurdes Freitas. |
AGRADECIMENTO
O ano em que celebro o meu
70.º aniversário – madruguei pelas 7 horas da manhã, no dia 4 de Setembro de
1956 – tem sido um presente maravilhoso. Fica profundamente marcado por
momentos culturais que me encheram a alma de felicidade e orgulho, sempre partilhados
com cada um de vós, meus queridos amigos e amigas.
Olho para trás e sinto uma
gratidão imensa. O carinho e o apoio constante que recebi ao longo destes
últimos quinze anos – em especial da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, dos
Correios de Portugal, da minha família e de tantos amigos do peito, incluindo
os companheiros do Núcleo Filatélico de Angra do Heroísmo – foram o combustível
que me deu força e ânimo para continuar.
Graças a todos vós,
consegui cumprir a bonita missão de, através do amor ao colecionismo, levar
mais longe a história, a cultura e a identidade da nossa terra, especialmente
da minha adorada Cidade de Angra do Heroísmo.
Colecionar é partilhar Cultura e Afetos!
A todos vós, do fundo do coração, o meu muito obrigado!

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