sábado, 4 de abril de 2026

Feliz Páscoa


A todos os associados, familiares e amigos/as
 desejamos uma FELIZ PÁSCOA


Cristo Crucificado

A morte de Jesus é o principal evento relembrado na Sexta-feira Santa.

 Por Diego Velásquez (1632), actualmente no Museu do Prado, em Madrid


Sexta-feira Santa (1.º dia)



Sexta-feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão é uma data religiosa cristã que relembra a crucificação de Jesus Cristo e sua morte no Calvário.







O feriado é observado sempre na sexta-feira que antecede o Domingo de Páscoa, o sexto dia da Semana Santa no cristianismo ocidental e o sétimo no cristianismo oriental (que conta também o Sábado de Lázaro, anterior ao Domingo de Ramos. É o primeiro dia (que começa na noite da celebração da Missa da Ceia do Senhor) do Tríduo Pascal e pode coincidir com a data da Páscoa Judaica.


Jesus morre da Cruz






Este diptico é constituído por duas pinturas a óleo sobre madeira de cedro, representando a da esquerda a Virgem Maria e a direita São João Evangelista, tendo ao centro Cristo crucificado. A moldura, que é entalhada e dourada, apresenta na cercadura exterior motivos vegetalísticos. Citamos a propósito da mesma uma declaração do professor Vitor Serrão sobre esta e outros obras do Museu de Angra do Heroísmo atribuídas aos Mestres da Sé.

“Na Ilha Terceira, a influência de modelos flamengos foi forte e duradoira. As peças de imaginária dos chamados «Mestres da Sé de Angra» (designação devida a Francisco Ernesto de Oliveira Martins), no Museu de Angra do Heroísmo (dir. Doutor Jorge Paulus Bruno), são bons exemplos da durabilidade desses modelos nórdicos nos repertórios locais e do modo como foram aceites pelas clientelas. Os imaginários que com vincada originalidade trabalham a madeira de cedro, activos na Sé e em outros espaços sacros, seguiram na esteira do labor quinhentista de um escultor local chamado Bastião Roiz.”


Jesus no túmulo
 

Capela de Nossa Senhora da Doutrina
(Igreja de São Roque em Lisboa)



Sábado da Aleluia (2.º dia)


 Sábado de Aleluia representa a profunda dor e o luto de todos os cristãos: Jesus Cristo foi sepultado na Sexta-feira Santa e, antes da sua Ressurreição, no Domingo de Páscoa, há um Sábado de tristeza, em que se chora a morte de Jesus.







O Sábado de Aleluia é o dia de preparação para a Ressurreição de Cristo. Foi neste dia que Jesus salvou as almas presas no inferno. Não é celebrada Eucaristia neste dia, havendo como única celebração religiosa a Vigília Pascal, que começa pelas 18 horas, quando o Sol se põe, e que termina antes do nascer do Sol.








Na Vigília Pascal acende-se o Círio Pascal, uma vela especial onde se inscrevem os algarismos do ano vigente e onde são cravados cinco grãos de incenso como símbolo das cinco chagas de Jesus.




No Círio Pascal inscrevem-se também as letras Alfa e Omega, que são a primeira e a última letras do alfabeto grego, dessa forma representando o início e o fim de todas as coisas.







Ressurreição

Por Perugino (1499-1500)


Domingo de Páscoa (3.º dia)

A Ressurreição


A ressurreição de Jesus é o marco central do evangelho. Jesus morreu na cruz e ressuscitou três dias depois. A ressurreição foi um acontecimento milagroso presenciado por várias pessoas e relatado no Novo Testamento.

Jesus morreu e foi sepultado na sexta-feira. Uma grande pedra foi colocada sobre a entrada de seu túmulo, que também foi lacrado. Além disso, um destacamento de soldados ficou a guardar o túmulo, para que ninguém roubasse o corpo.
No terceiro dia, ao domingo, logo de madrugada, houve um terremoto e um anjo retirou a pedra do sepulcro. Os guardas caíram, cheios de medo.


"Ressurreição"

Por El Grego (1569-1600)
, actualmente no Museu do Prado, em Madrid



Ressurreição de Jesus






A Ressurreição de Jesus: O motivo de sua importância!


A ressurreição de Jesus é a base da fé Cristã. Na carta de Paulo aos Coríntios, ele declara:

"E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam" (1 Coríntios 15:14-15).

"E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados"(1 Coríntios 15:17). Na verdade, nenhum estudioso ou religião legítima dos dias de hoje nega que Jesus era uma figura histórica que viveu cerca de 2000 anos atrás, que foi um grande mestre capaz de fazer milagres, e que ele morreu na cruz pelo crime de blasfêmia. No entanto, a única disputa legítima é se ele era ou não o Filho de Deus que ressuscitou dos mortos depois de sua crucificação.







A Ressurreição de Jesus: As Testemunhas Oculares




A Ressurreição de Jesus é desafiada hoje em dia por motivos relativos às evidências. Portanto, para ser justo, a evidência deve ser julgada como qualquer outro evento histórico. Ao seguir regras padrões de como avaliar evidências, a declaração consistente de várias testemunhas oculares é considerada a forma mais forte de evidência disponível. Portanto, se encontrarmos tal testemunho em narrativas confiáveis do registro histórico da ressurreição de Cristo, temos vencido o maior desafio que existe sob as regras tradicionais. Na verdade, temos várias narrativas de testemunhas oculares sobre o nascimento de Jesus. Em 1 Coríntios 15:3-6, Paulo diz:





"Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem."


Os estudos dos manuscritos indicam que esta passagem foi escrita apenas alguns anos depois da morte de Jesus Cristo. Por isso, é de grande importância perceber que Paulo termina a passagem com "dos quais a maioria sobrevive até agora." Paulo estava convidando as pessoas a verificar os fatos. Ele não teria incluído uma declaração como essa se estivesse tentando esconder algo parecido com uma conspiração, trote, mito ou lenda.



A Ressurreição de Jesus: Mais Testemunhas Oculares




A ressurreição de Jesus também foi confirmada em diversas outras narrativas, incluindo o aparecimento de Jesus à Maria Madalena (João 20:10-18), a outras mulheres (Mateus 28:8-10), para Cléopas e seu companheiro (Lucas 24:13-32), aos onze discípulos e outros (Lucas 24:33-49), para os dez apóstolos e outros (excluindo Tomé) (João 20:19-23), para os apóstolos (incluindo Tomé) (João 20:26-30), a sete apóstolos (João 21:1-14), para os discípulos (Mateus 28:16-20) e para os apóstolos no Monte das Oliveiras (Lucas 24:50-52 e Atos 1:4-9 ). O grande teste de credibilidade destas testemunhas oculares é que muitas delas enfrentaram o martírio pelo seu testemunho. Isto é dramático! Estas testemunhas conheciam a verdade. O que poderiam ganhar ao morrer por uma mentira? As evidências falam por si mesmas; essas pessoas não eram apenas fanáticos dispostos a morrer por uma crença religiosa, mas sim seguidores de Jesus Cristo morrendo por um evento histórico - Sua ressurreição, a qual O estabeleceu como o Filho de Deus.


*** ELE RESSUSCITOU! ***

João 20:11–17

11 E Maria estava chorando fora, junto ao sepulcro. Estando ela, pois, chorando, abaixou-se para o interior do sepulcro.


12 E viu dois anjos vestidos de branco, assentados onde jazera o corpo de Jesus, um, à cabeceira e outro, aos pés.

13 E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.

14 E tendo dito isso, voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, porém não sabia que era Jesus.

15 Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? Ela, cuidando que era o hortelão, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei.

16 Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni! (que quer dizer Mestre).

17 Disse-lhe Jesus: Não me toques, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dizei-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus.

sábado, 28 de março de 2026

Alexandre Herculano (1810-1877)





Alexandre Herculano



Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo  nasceu em Lisboa a 28 de Março de 1810 e faleceu em Santarém, Quinta de Vale de Lobos,  a 18 de Setembro de 1877.
Foi um escritor, historiador, jornalista e poeta português da era do romantismo.
Como liberal que era, teve como preocupação maior, estabelecida nas suas ações políticas e seus escritos, sobretudo em condenar o absolutismo e a intolerância da coroa no século XIX para denunciar o perigo do retorno a um centralismo da monarquia em Portugal.


A 18 de março de 1832, Alexandre Herculano chegava à Ilha Terceira. Herculano passou 18 dias em solo terceirense, onde completou os seus 22 anos, tendo depois embarcado, a 6 de abril, para S. Miguel, onde esteve 82 dias. Durante 100 dias, esteve nos Açores, lutando pelo Liberalismo e pelos ideais que acreditava. Alexandre Herculano foi um historiador, escritor e político do século XIX. Figura indelével do liberalismo e do romantismo português.

Cedo demonstrou a sua aptidão pelas letras. Estudou Humanidades no colégio dos Oratorianos S. Filipe de Néry, instalado no Convento das Necessidades. O pai ficou cego e Herculano teve de desistir de entrar na Universidade, fazendo um curso prático de Comércio, estudos de Diplomática (Paleografia) e de Línguas, como o inglês, o francês, o italiano e o alemão, ou seja, uma formação mais clássica. Assim, entrou em contacto com escritores românticos, que leu, admirou e traduziu. Com inspiração no estilo romântico, começou a escrever poesia e frequentou os salões da Marquesa de Alorna. Acabou por conhecer António Feliciano de Castilho, inventor do Método Castilho de Leitura e responsável pela criação das escolas gratuitas, umas de instrução primária, outras de instrução secundária.





O sangue da juventude fervilhava e o sentimento pelos ideais da revolução francesa cresciam e consolidavam-se em Herculano. Em 1831, com apenas 20 anos, participou na tentativa falhada de derrube do regime absolutista de D. Miguel. Acabou por exilar-se em Inglaterra e depois em França, dedicando-se ao estudo na Biblioteca de Rennes, entrando em contacto com os autores franceses Thierry, Guizot, Victor Hugo e Lamennais, que fortemente o influenciaram. A sua personalidade literária começava a formar-se.

Em março de 1832, Herculano entusiasmado com a oposição absolutista na Ilha Terceira, onde na cidade de Angra se tinha criado um Conselho de Regência Liberal do Reino, embarcou para os Açores. Queria apoiar os militares e, sobretudo, restaurar o trono para D. Maria II. Partindo de Belle-Isle-en-Mer, integrado numa divisão de emigrados políticos portugueses, da qual fazia ainda parte Almeida Garrett, chegou à Terceira a 18 de março, poucos dias depois de D. Pedro IV (que chegara a 3 de março). Herculano, em Scenas de um ano da minha vida e apontamentos de viagem, chegou a apelidar a Ilha de "rochedo da salvação", tamanha importância que tinha para o Liberalismo português.





No dia de 6 de abril, Alexandre Herculano partia da Ilha Terceira, tendo depois embarcado para S. Miguel. Durante 100 dias, esteve nos Açores, lutando pelo Liberalismo e pelos ideais que acreditava. Herculano foi um dos 7 500 “Bravos do Mindelo”, que desembarcaram na praia de Arnosa de Pampelido. Participou, assim, no cerco do Porto. Em recompensa pelo seu empenho como soldado, foi nomeado, em 1833, em 2º bibliotecário da Biblioteca Pública do Porto, procedendo à sua organização.

Após o fim da Guerra Civil, Herculano colaborou no Repositório Literário (1834-1835) com vários artigos, em que teorizava o romantismo. Em 1836, seguiu-se a primeira série de A Voz do Profeta e no ano seguinte, fundou a revista O Panorama, que dirigiu (1837-1839), com o objetivo de divulgar a estética romântica, publicando as suas primeiras narrativas históricas. Em 1839, Herculano saiu d’O Panorama e foi nomeado bibliotecário-mor das Reais Bibliotecas das Necessidades e da Ajuda, tendo iniciado uma profunda pesquisa de fontes históricas, que resultou nas Cartas sobre a História de Portugal, e, mais tarde, os 4 volumes da História de Portugal, onde negou o “milagre de Ourique” (segundo o qual Deus tinha aparecido a D. Afonso Henriques, incentivando-o a vencer a Batalha de Ourique). Em 1844, publicou uma das suas obras de referência, o romance histórico Eurico, o Presbítero, onde falava da história dos amores entre Eurico e Hermengarda, na Península Ibérica do século VIII.












Alexandre Herculano chegou a ser eleito deputado pelo Porto em 1840, mas desiludido com a vida política, retirou-se para uma quinta em Vale de Lobos, nos arredores de Santarém, onde exerceu um autêntico magistério moral sobre o País, sobretudo devido ao carácter e aos valores que sempre defendeu ao longo da vida.





Alexandre Herculano em Vale de Lobos,
 sentado numa das cestas da apanha de azeitona.



D. Pedro II, imperador do Brasil, filho de D. Pedro IV, chegou a visitar Herculano na sua casa em Vale de Lobos, mostrando a importância simbólica do antigo soldado do pai. Alexandre Herculano morreu a 13 de setembro de 1877 e foi sepultado no Mosteiro dos Jerónimos. Deixou-nos vastíssima obra, essencial para o estudo do romantismo e do século XIX. Herculano foi um dos heróis do Liberalismo, e com o companheiro de viagem para a Terceira Almeida Garrett, foi uma das figuras fundadoras do romantismo em Portugal e um dos poucos que soube levar uma vida digna do estilo literário que tanto amava.


Texto de: Francisco Miguel Nogueira






Obras principais

Poesia

Teatro

  • A Crente na Liberdade - 1860
Drama histórico português em 3 atos.
Representou-se em Lisboa, em 1838, no teatro do Salitre.
Foi editado no Rio de Janeiro em 1862
  • Os Infantes em Ceuta – 1842

Romance

  • O Pároco de Aldeia (1825) - 1851
  • O Galego: Vida, ditos e feitos de Lázaro Tomé

Romance histórico

  • O Bobo (1128) – 1843 (eBook)
  • O Monasticon
  • Lendas e narrativas - 1851
    • 1.º tomo: (eBook)
      • O Alcaide de Santarém (950-961)
      • Arras por Foro de Espanha (1371-2)
      • O Castelo de Faria (1373)
      • A Abóbada (1401)
    • 2.º tomo: (eBook)
      • Destruição de Áuria: Lendas Espanholas (século VIII)
      • A Dama Pé de Cabra: Romance de um Jogral (Século XI)
      • O Bispo Negro (1130)[
      • A Morte do Lidador (1170)
      • O Emprazado: Crónica de Espanha (1312)
      • O Mestre Assassinado: Crónica dos Templários (1320)]
      • Mestre Gil: Crónica (Século XV)
      • Três Meses em Calecut: Primeira Crónica dos Estados da Índia (1498)]
      • O Cronista: Viver e Crer de Outro Tempo[

História

Opúsculos

  • Opúsculos I: Questões Públicas, Tomo I (eBook)
    • A Voz do Profeta (1836) (edição digital em Bibliotrónica Portuguesa)]
    • Teatro, Moral, Censura (1841)
    • Os Egressos (1842)
    • Da Instituição das Caixas Económicas (1844)
    • As Freiras de Lorvão (1853)
    • Do Estado dos Arquivos Eclesiásticos do Reino (1857)
    • A Supressão das Conferências do Casino (1871)
  • Opúsculos II: Questões Públicas, Tomo II (eBook)
    • Monumentos Pátrios (1838)
    • Da Propriedade Literária (1851-2)
    • Carta à Academia das Ciências (1856)
    • Mousinho da Silveira (1856)
    • Carta aos Eleitores do Círculo de Cintra (1858)
    • Manifesto da Associação Popular Promotora da Educação do Sexo Feminino (1858)
  • Opúsculos III: Controvérsias e Estudos Históricos, Tomo I (eBook)
    • A Batalha de Ourique:
      • I. Eu e o Clero (1850)
      • II. Considerações Pacificas (1850)
      • III. Solemnia Verba (1850)
      • IV. Solemnia Verba (1850)
      • V. A Ciência Arábico-Académica (1851)
    • Do estado das classes servas na Península, desde o VIII até o XII Século (1858)
  • Opúsculos IV: Questões Públicas, Tomo III (eBook)
    • Os Vínculos (1856)
    • A Emigração (1870-1875)
  • Opúsculos V: Controvérsias e Estudos Históricos, Tomo II (eBook)
    • Historiadores portugueses (1839-1840):
      • Fernão Lopes
      • Gomes Eanes de Azurara
      • Vasco Fernandes de Lucena - Rui de Pina
      • Garcia de Resende
    • Cartas Sobre a História de Portugal (1842)
    • Resposta às Censuras de Vilhena Saldanha (1846)
    • Da Existência e não Existência do Feudalismo em Portugal (1875-1877)
    • Esclarecimentos:
      • A. Sortes Góticas
      • B. Feudo
  • Opúsculos VI: Controvérsias e Estudos Históricos, Tomo IV (eBook)
    • Uma Vila-Nova Antiga (1843)
    • Cogitações Soltas de um Homem Obscuro (1846)
    • Arqueologia Portuguesa (1841-1843)
      • Viagem de Cardeal Alexandrino;
      • Aspecto de Lisboa;
      • Viagem dos Cavaleiros Tron e Lippomani
    • Pouca luz em muitas trevas (1844)
    • Apontamentos para a história dos bens da coroa (1843-44)
  • Opúsculos VII: Questões Públicas, Tomo IV (eBook)
    • Duas Épocas e Dois Monumentos ou a Granja Real de Mafra (1843)
    • Breves Reflexões Sobre Alguns Pontos de Economia Agrícola (1849)
    • A Granja do Calhariz (1851)
    • Projecto de Decreto (1851)
    • O País e a Nação (1851) [artigos publicados no jornal O Paiz]
    • Representação da Câmara Municipal de Belém ao Governo (1854)
    • Representação da Câmara Municipal de Belém ao Parlamento (1854)
    • Projecto de Caixa de Socorros Agrícolas (1855)
    • Sobre a Questão dos Forais (1858)
  • Opúsculos VIII (eBook)
    • Da Pena de Morte (1838)
    • A Imprensa (1838)
    • Da Escola Politécnica ao Colégio dos Nobres (1841)
    • Instrução Pública (1841)
    • Uma Sentença sobre Bens Reguengos (1842)
    • A Escola Politécnica e o Monumento (1843)
    • Um Livro de V. F. Netto de Paiva (1843)
  • Opúsculos IX: Literatura (eBook)
    • Qual é o Estado da Nossa Literatura? Qual é o Trilho que Ela Hoje Tem a Seguir? (1834)
    • Poesia: Imitação—Belo—Unidade (1835)
    • Origens do Teatro Moderno: Teatro Português até aos Fins do Século XVI (1837)
    • Novelas de Cavalaria Portuguesas (1838-40)
    • Historia do Teatro Moderno: Teatro Espanhol (1839)
    • Crenças Populares Portuguesas ou Superstições Populares (1840)
    • A Casa de Gonçalo, Comédia em Cinco Actos: Parecer (1840)
    • Elogio Histórico de Sebastião Xavier Botelho (1842)
    • D. Maria Teles, Drama em Cinco Actos: Parecer (1842)
    • D. Leonor de Almeida, Marquesa de Alorna (1844)
  • Opúsculos X, Questões Públicas, Tomo VI
    • A Reação Ultramontana em Portugal ou A Concordata de 21 de Fevereiro (1857)
    • Análise da Sentença dada na Primeira Instância da Vila de Santarém acerca da Herança de Maria da Conceição (1860)
    • As Heranças e os Institutos Pios (s.d.)

Outras obras

  • De Jersey a Granville - 1831
  • Estudos sobre o casamento civil: por occasião do opusculo do sr. Visconde de Seabra sobre este assumpto - 1866 (Digitalizado em Google)