PLANO NUMISMÁTICO
2026
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1876-2026 |
150 Anos da Caixa Geral de Depósitos |
Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos acompanha há 150 anos a história económica e social de Portugal, afirmando-se como uma instituição de referência marcada pela confiança, proximidade e compromisso com os portugueses, dentro e fora do país.
Para todos e para cada um Para assinalar esta data histórica, a Casa da Moeda cunhou uma moeda comemorativa especial, evocando o percurso de uma instituição que cresceu com o país e que continua a assumir um papel central na vida de várias gerações. Da autoria de Hugo Maciel, escultor e gravador numismático da Casa da Moeda, a moeda apresenta no anverso a esfera armilar e o escudo com as cinco quinas, símbolos nacionais. No reverso destaca-se o emblemático logótipo da Caixa Geral de Depósitos, desenvolvido em múltiplas geometrias. Nota informativa: A distribuição ao público das moedas de acabamento normal será efetuada, exclusivamente, por intermédio de instituições de crédito e das tesourarias do Banco de Portugal. Fonte: INCM |
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MULTICULTURALIDADE
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50 Anos do 25 de Novembro |
LIBERDADE E DEMOCRACIA |
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50 Anos da Constituição de 1976
Um texto basilar |
A moeda de coleção comemorativa dos 50 Anos da Constituição de 1976 celebra o texto fundador da democracia portuguesa, onde são consagrados os direitos, liberdades e garantias fundamentais, a separação de poderes e a soberania popular. Cinco décadas depois, a Constituição continua a ser um pilar fundamental do Estado de Direito democrático, estruturando e definindo os valores essenciais do País.
O rosto da democracia
Desenhada por Baiba Šime, esta moeda evoca dois símbolos incontornáveis da democracia portuguesa: a figura feminina da República e o edifício do Parlamento, espaço onde se constrói e renova a vontade coletiva.
Mais do que assinalar uma data, esta moeda afirma a continuidade de um legado que permanece vivo, refletindo a importância duradoura da Constituição na construção de uma sociedade livre e plural.
Fonte: INCM
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FIFA WORLD CUP |
A força da pluralidade |
O Campeonato Mundial de Futebol FIFA 2026 promete ficar na história. Em 2026, o campeonato reúne, pela primeira vez, três países anfitriões — Canadá, Estados Unidos e México — e apresenta um novo formato com 48 seleções em competição. Mais equipas, mais culturas, mais histórias a cruzarem-se num mesmo palco global. Esta mudança marca uma viragem significativa no modelo da prova, reforçando o seu carácter verdadeiramente universal. Com estádios distribuídos por 16 cidades e todas as confederações representadas, o Mundial aproxima-se de novos públicos e ganha uma dimensão ainda mais plural e inclusiva.
Uma moeda que celebra o jogo e une o mundo Para assinalar este momento único, Portugal emite uma moeda comemorativa de 5,00 €, evocando não só a competição, mas também a partilha, a emoção e a ligação entre nações através do futebol. O desenho destaca o icónico troféu do torneio, o ano da competição e os países anfitriões, complementados por um pontapé-de-bicicleta, que simboliza o «futebol espetáculo». A autoria é de Nuno Martins, professor de design na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, cujo percurso inclui já colaborações com a Federação Portuguesa de Futebol. Fonte: INCM |
Moeda-Bandeira de PortugalVersão Ouro Proof – 1/4 Oz |
Portugal além-fronteirasEm 2026, Portugal lança a sua primeira moeda-bandeira (flagship coin), uma peça concebida para inscrever as moedas portuguesas entre a numismática internacional de referência. Cunhada em 1/4 onça de ouro 999 ‰ e com uma emissão muito limitada, de apenas 1.000 exemplares, esta moeda foi pensada como um objeto de colecionismo de excelência, que dá relevo a uma interpretação contemporânea de elementos da história e da identidade do país. Uma moeda com séculos de história No anverso desta moeda, desenhada pela escultora Baiba Šime, destaca-se a Cruz de Cristo, um elemento com raízes templárias que se afirmou como símbolo da soberania portuguesa desde o século XIV, durante o reinado de D. Dinis. Inicialmente utilizada pelos cavaleiros da Ordem de Cristo, esta cruz ganhou projeção nas velas das embarcações portuguesas durante a época dos Descobrimentos, tornando-se um dos sinais mais reconhecíveis da presença portuguesa no mundo, ainda hoje visível nas velas da Armada, nas aeronaves da Força Aérea Portuguesa ou nos equipamentos da Seleção Nacional de Futebol. No reverso, surge o escudo nacional, com os seus elementos essenciais, as cinco quinas ou escudetes e os sete castelos que, em conjunto, reforçam a ideia de continuidade e de soberania ao longo da história. Fonte: INCM |
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