INCM - EMISSÕES 2026


PLANO NUMISMÁTICO

2026


1876-2026 

150 Anos da Caixa Geral de Depósitos

Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos acompanha há 150 anos a história económica e social de Portugal, afirmando-se como uma instituição de referência marcada pela confiança, proximidade e compromisso com os portugueses, dentro e fora do país.

 

Para todos e para cada um

Para assinalar esta data histórica, a Casa da Moeda cunhou uma moeda comemorativa especial, evocando o percurso de uma instituição que cresceu com o país e que continua a assumir um papel central na vida de várias gerações.

Da autoria de Hugo Maciel, escultor e gravador numismático da Casa da Moeda, a moeda apresenta no anverso a esfera armilar e o escudo com as cinco quinas, símbolos nacionais. No reverso destaca-se o emblemático logótipo da Caixa Geral de Depósitos, desenvolvido em múltiplas geometrias.

Nota informativa: A distribuição ao público das moedas de acabamento normal será efetuada, exclusivamente, por intermédio de instituições de crédito e das tesourarias do Banco de Portugal.

Fonte: INCM




MULTICULTURALIDADE

A 5.ª edição do concurso Desenhar a Moeda, promovida pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em colaboração com o Município de Faro, teve como tema «A Multiculturalidade», desafiando os mais jovens a refletir sobre ela através da arte.

 

Todos juntos

A proposta vencedora desta edição foi desenhada por Melissa Garcia, aluna da Escola Básica Poeta Emiliano da Costa, em Faro. Inspirada no ambiente multicultural da sua escola, a jovem autora representou diferentes mãos unidas a formar o contorno de Portugal, simbolizando amizade, inclusão e convivência entre culturas.

No anverso figuram a esfera armilar, o escudo com as quinas, a inscrição «Portugal», o ano e o valor facial. O reverso reproduz o desenho vencedor, celebrando a diversidade cultural como parte integrante da identidade do país.

Nota informativa: A distribuição ao público das moedas de acabamento normal será efetuada, exclusivamente, por intermédio de instituições de crédito e das tesourarias do Banco de Portugal.


Fonte: INCM



50 Anos do 25 de Novembro

LIBERDADE E DEMOCRACIA

Depois da Revolução dos Cravos, que pôs fim ao regime do Estado Novo e abriu as portas à liberdade, Portugal entrou num período exigente e imprevisível. O chamado Processo Revolucionário em Curso trouxe consigo transformações profundas, mas também tensões políticas e sociais que colocaram à prova o rumo do país. Entre avanços e recuos, discutia-se não apenas o modelo de sociedade, mas o próprio significado da democracia.

Neste contexto, o 25 de novembro de 1975 afirmou-se como um momento decisivo, ao consolidar um caminho de estabilidade, pluralismo e respeito pelas instituições, permitindo a convivência de diferentes visões num quadro democrático comum.

 

50 anos do caminho que consolidou a democracia em Portugal

Assinalam-se agora os 50 anos desta data com a emissão da moeda comemorativa “Liberdade e Democracia”, desenhada pela gravadora numismática Carolina Ladeira, que propõe uma leitura simbólica e contemporânea deste marco histórico.

No anverso, destaca-se a silhueta de um ramo de oliveira, evocando a paz e a estabilização alcançada após um período conturbado. Já no reverso, um conjunto de folhas levadas pelo vento sugere movimento, renovação e abertura, numa metáfora visual da liberdade conquistada e do pluralismo que hoje define a sociedade portuguesa. A legenda “Liberdade e Democracia” reforça esse legado, lembrando que os valores fundamentais não são apenas herdados: são continuamente afirmados.

Fonte: INCM



50 Anos da Constituição de 1976

Um texto basilar

A moeda de coleção comemorativa dos 50 Anos da Constituição de 1976 celebra o texto fundador da democracia portuguesa, onde são consagrados os direitos, liberdades e garantias fundamentais, a separação de poderes e a soberania popular. Cinco décadas depois, a Constituição continua a ser um pilar fundamental do Estado de Direito democrático, estruturando e definindo os valores essenciais do País.

 

O rosto da democracia

Desenhada por Baiba Šime, esta moeda evoca dois símbolos incontornáveis da democracia portuguesa: a figura feminina da República e o edifício do Parlamento, espaço onde se constrói e renova a vontade coletiva.

Mais do que assinalar uma data, esta moeda afirma a continuidade de um legado que permanece vivo, refletindo a importância duradoura da Constituição na construção de uma sociedade livre e plural.

Fonte: INCM



FIFA WORLD CUP

A força da pluralidade


O Campeonato Mundial de Futebol FIFA 2026 promete ficar na história.

Em 2026, o campeonato reúne, pela primeira vez, três países anfitriões — Canadá, Estados Unidos e México — e apresenta um novo formato com 48 seleções em competição. Mais equipas, mais culturas, mais histórias a cruzarem-se num mesmo palco global.

Esta mudança marca uma viragem significativa no modelo da prova, reforçando o seu carácter verdadeiramente universal. Com estádios distribuídos por 16 cidades e todas as confederações representadas, o Mundial aproxima-se de novos públicos e ganha uma dimensão ainda mais plural e inclusiva.

 

Uma moeda que celebra o jogo e une o mundo

Para assinalar este momento único, Portugal emite uma moeda comemorativa de 5,00 €, evocando não só a competição, mas também a partilha, a emoção e a ligação entre nações através do futebol.

O desenho destaca o icónico troféu do torneio, o ano da competição e os países anfitriões, complementados por um pontapé-de-bicicleta, que simboliza o «futebol espetáculo». A autoria é de Nuno Martins, professor de design na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, cujo percurso inclui já colaborações com a Federação Portuguesa de Futebol.

Fonte: INCM






Moeda-Bandeira de Portugal

Versão Ouro Proof – 1/4 Oz

Portugal além-fronteiras


Em 2026, Portugal lança a sua primeira moeda-bandeira (flagship coin), uma peça concebida para inscrever as moedas portuguesas entre a numismática internacional de referência.

Cunhada em 1/4 onça de ouro 999 ‰ e com uma emissão muito limitada, de apenas 1.000 exemplares, esta moeda foi pensada como um objeto de colecionismo de excelência, que dá relevo a uma interpretação contemporânea de elementos da história e da identidade do país.

Uma moeda com séculos de história

No anverso desta moeda, desenhada pela escultora Baiba Šime, destaca-se a Cruz de Cristo, um elemento com raízes templárias que se afirmou como símbolo da soberania portuguesa desde o século XIV, durante o reinado de D. Dinis. Inicialmente utilizada pelos cavaleiros da Ordem de Cristo, esta cruz ganhou projeção nas velas das embarcações portuguesas durante a época dos Descobrimentos, tornando-se um dos sinais mais reconhecíveis da presença portuguesa no mundo, ainda hoje visível nas velas da Armada, nas aeronaves da Força Aérea Portuguesa ou nos equipamentos da Seleção Nacional de Futebol. 

No reverso, surge o escudo nacional, com os seus elementos essenciais, as cinco quinas ou escudetes e os sete castelos que, em conjunto, reforçam a ideia de continuidade e de soberania ao longo da história.

Fonte: INCM



Moeda-Bandeira de Portugal

Versão Ouro Proof – 1 Oz

Portugal além-fronteiras


Em 2026, Portugal lança a sua primeira moeda-bandeira (flagship coin), uma peça concebida para inscrever as moedas portuguesas entre a numismática internacional de referência.

Cunhada em 1 onça de ouro 999 ‰ e com uma emissão muito limitada, de apenas 250 exemplares, esta moeda foi pensada como um objeto de colecionismo de excelência, que dá relevo a uma interpretação contemporânea de elementos da história e da identidade do país.

Uma moeda com séculos de história

No anverso desta moeda, desenhada pela escultora Baiba Šime, destaca-se a Cruz de Cristo, um elemento com raízes templárias que se afirmou como símbolo da soberania portuguesa desde o século XIV, durante o reinado de D. Dinis. Inicialmente utilizada pelos cavaleiros da Ordem de Cristo, esta cruz ganhou projeção nas velas das embarcações portuguesas durante a época dos Descobrimentos, tornando-se um dos sinais mais reconhecíveis da presença portuguesa no mundo, ainda hoje visível nas velas da Armada, nas aeronaves da Força Aérea Portuguesa ou nos equipamentos da Seleção Nacional de Futebol. 

No reverso, surge o escudo nacional, com os seus elementos essenciais, as cinco quinas ou escudetes e os sete castelos que, em conjunto, reforçam a ideia de continuidade e de soberania ao longo da história.

Fonte: INCM













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